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Fisioterapia Domiciliar

Fisioterapia domiciliar
em Palmas e todo Tocantins.

Fisioterapia motora, respiratória e neurológica no conforto da sua casa, com avaliação funcional inicial, plano de tratamento individualizado e reavaliação periódica.

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O que está incluído

O que a fisioterapia executa em domicílio.

  • Avaliação funcional inicial — amplitude, força, equilíbrio, marcha
  • Plano de tratamento individualizado com metas e reavaliação periódica
  • Fisioterapia motora: fortalecimento, alongamento, marcha, transferências
  • Fisioterapia respiratória: higiene brônquica, exercícios respiratórios, aspiração
  • Fisioterapia neurológica: recuperação funcional, distúrbios do movimento
  • Reeducação postural e prevenção de contraturas
  • Reabilitação do equilíbrio e prevenção de quedas
  • Orientação à família sobre posicionamento, transferências e exercícios domiciliares
  • Comunicação estruturada com médico e enfermagem sobre a evolução

Destaque técnico

Reabilitação — a janela de oportunidade importa.

Há situações clínicas em que começar a reabilitação cedo faz diferença mensurável no desfecho. No pós-AVC, as primeiras semanas são fundamentais para recuperação funcional — e muitas vezes o paciente já está em casa antes que essa janela seja aproveitada. No pós-operatório ortopédico (artroplastia de quadril, joelho, cirurgias de coluna), a reabilitação precoce e adequada é parte integrante do resultado cirúrgico. No pós-operatório cardiovascular, o retorno gradual à atividade é conduzido por protocolo específico.

Também atuamos em reabilitação respiratória em DPOC e bronquiectasia, com técnicas de higiene brônquica, fortalecimento de musculatura respiratória e orientação sobre controle de dispneia no dia a dia.

Destaque técnico

Fisioterapia neurológica.

Para pacientes com Parkinson, Alzheimer, lesão medular, pós-TCE e ELA, a fisioterapia tem um papel que vai além da força muscular: é preservar função, prevenir deterioração, manter marcha segura pelo maior tempo possível, trabalhar equilíbrio, controlar sintomas motores e reduzir risco de quedas.

Usamos abordagens reconhecidas pela literatura quando apropriadas — como conceito Bobath para reabilitação neurológica, facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), exercícios de dupla tarefa para pacientes com Parkinson. A escolha do método depende do quadro clínico e dos objetivos definidos no plano de reabilitação, não de preferência aleatória.

Modalidades de atendimento

Frequência ajustada ao objetivo do plano.

Sessões regulares

Frequência semanal definida pelo plano — tipicamente 2x, 3x ou 5x por semana, conforme indicação clínica e objetivo terapêutico.

Intensivo pós-alta

Frequência maior durante as primeiras semanas após internação, quando há janela de recuperação funcional mais favorável.

Manutenção crônica

Para pacientes com doenças neurodegenerativas ou sequelas estáveis — foco em preservar função e prevenir deterioração.

Indicações

Para quais casos indicamos.

  • Pós-AVC com sequelas motoras e desafios de marcha
  • Pós-operatório ortopédico (artroplastia de quadril, joelho, cirurgias de coluna)
  • Pós-operatório cardiovascular com reabilitação indicada
  • Parkinson, Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas
  • DPOC, bronquiectasia e outras doenças respiratórias crônicas
  • Pacientes em VNI ou traqueostomia com necessidade de fisio respiratória
  • Recuperação de imobilização prolongada (pós-fratura, pós-internação)
  • Prevenção de quedas em idosos frágeis
  • Lesão medular, pós-TCE e pós-lesões neurológicas

O diferencial clínico

Fisioterapia dentro do plano — coordenada com o médico.

O fisioterapeuta não trabalha isolado. Cada avaliação e cada sessão é registrada em prontuário eletrônico que o médico Responsável Técnico (Dr. Luís Feitosa, CRM-TO 4120) revisa, integrando com o resto do plano clínico.

Quando algo foge do esperado — por exemplo, piora respiratória em paciente DPOC, nova dor, sinal de trombose em paciente imobilizado — o fisio aciona o plantão clínico 24h e a equipe médica avalia.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam.

Qual a diferença entre fisioterapia domiciliar e fisio de consultório?
A principal diferença não é o local — é o contexto. Em casa, o fisioterapeuta trabalha no ambiente real em que o paciente vive: avalia como ele se levanta da própria cama, como atravessa o próprio corredor, como sobe o próprio degrau da cozinha. Isso permite intervenções muito mais relevantes para a vida prática do paciente — e especialmente importante em idosos frágeis, pacientes pós-AVC e pacientes com dificuldade de deslocamento, para quem ir ao consultório é, em si, um obstáculo. O domicílio também é mais propício ao envolvimento da família no tratamento.
Quantas sessões de fisioterapia são necessárias?
Depende do objetivo. Reabilitação pós-AVC ou pós-operatório geralmente envolve ciclos de semanas a meses com reavaliações estruturadas para ajustar metas. Pacientes com doenças neurodegenerativas (Parkinson, Alzheimer) costumam precisar de manutenção longitudinal, porque o objetivo é preservar função e prevenir deterioração — não recuperar completamente. O plano é sempre individual e revisado pela equipe conforme a evolução.
Vocês trazem equipamento para a casa?
Sim, dentro do que é razoável e útil para o tratamento domiciliar. O fisioterapeuta leva faixas elásticas, pesos leves, bolas, instrumentos de mensuração funcional e outros recursos portáteis. Quando o caso exige equipamento maior (eletroestimulação, por exemplo), avaliamos a indicação e a logística. Não é comum, e nem sempre é necessário — boa fisioterapia domiciliar é feita em grande parte com o próprio corpo do paciente e elementos do ambiente.
Vocês fazem fisio respiratória em paciente com traqueostomia?
Sim. A fisioterapia respiratória em paciente traqueostomizado inclui técnicas de higiene brônquica, aspiração de secreção traqueal quando indicada, exercícios respiratórios adaptados, manejo de ventilação não invasiva quando aplicável e orientação ao cuidador sobre manobras seguras. O fisioterapeuta trabalha em coordenação direta com a enfermagem e com o médico — porque em paciente traqueostomizado qualquer mudança no padrão respiratório precisa ser avaliada rapidamente.
Como o fisioterapeuta se comunica com o médico?
Todos os registros da sessão vão para o prontuário eletrônico da operação, visível ao médico Responsável Técnico, à enfermagem e à família. Se o fisioterapeuta observa algo clinicamente relevante — por exemplo, piora respiratória, nova limitação funcional, dor que antes não existia, sinais de trombose — aciona diretamente o plantão clínico para avaliação. Isso é diferente de modelos em que o fisio reporta "para o próprio consultório" e o médico descobre só na próxima visita.
Minha família pode participar das sessões?
Pode e deve, sempre que possível e bem-vindo pelo paciente. A participação da família serve a dois propósitos: primeiro, envolver emocionalmente o paciente (a motivação melhora quando há alguém querido por perto); segundo, capacitar cuidadores e familiares para estimularem o paciente corretamente entre as sessões, o que acelera a recuperação. O fisioterapeuta orienta quais exercícios podem ser feitos entre as visitas e como reconhecer se algo não está bem.

Começar a reabilitação em casa.

A gente avalia o quadro clínico, define objetivos realistas e monta o plano de sessões com a frequência certa para o caso — sem forçar mais nem menos do que o paciente precisa.

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(63) 99135-8888 · Seg-Sex 08h-18h · Plantão 24h para pacientes ativos

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